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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

FELIZ DIA DO MÚSICO! Poema do Afamado

Dia do músico 2

FELIZ, DIA DO MÚSICO!


E se não tivesse a música,
E nem o cantor para cantar?
O que seria desse mundo,
Sem a música para alegrar?
Sem canção, sem partitura,
Sem poesia e sem Cultura,
Não daria para continuar!


Já pensou, você num bar,
Bebendo uma cerveja fria?
Sem ouvir nenhuma música,
Pra animar ainda seu dia?
Ou esquecer a sua paixão?
Com certeza o seu coração,
Naquele instante explodiria!


Música é paz, é harmonia,
Seja bagunçada, acústica,
E agrada todas as classes,
Seja civilizada ou  rústica,
Música faz bem e acalma,
E alivia sempre a sua alma,
Viva o músico e a música!

( Ivanildo Souza, o Poeta Afamado! )


Ivanildo Souza, Poeta AfamadoSobre o autor: Ivanildo Souza de Jesus (1975) é conhecido em todo o estado de Sergipe como Poeta Afamado. Seu talento é reconhecido por onde passa. Estreou na literatura Japaratubense em 2000, vindo a publicar seu primeiro livreto em 2014, pela JHS Publicações, primeira editora de Japaratuba.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

O ORIGINALISMO e o significado do amor

Significado do Amor

Desde os tempos infantes que na inocente curiosidade o pensamento discorria sobre o amor. Faltava algo que os cantores cantavam como "uma grande alegria que acaba em tristeza". Então, amar é bom ou é ruim?
Nesse refletir de tempos, vários "amores" fui aprendendo, mas que no fim todos acabavam em "desilusão", ou seja, eram falsos.
Somente após conhecer o primeiro e verdadeiro amor é que pude compreender essa natureza espiritual imensa e eterna que habita em nós e que nos enriquece cada vez mais.
Esse amor, único, que em contato com o corpo gera desejos, paixões e "atrações" é a parte eterna de uma vida passageira. O verdadeiro amor gera a caridade.
A amizade é o relacionamento amoroso. Não há amor sem amizade. Amigo é aquele que ama. E somente, esse amor a Deus e ao próximo como a si mesmo pode quebrar qualquer obstáculo em nossas vidas.


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METALINGUAGEM: Poesia que reflete sobre a produção poética

Velho carro de boi abandonado

DO POETAR E A SAUDADE...


Não tenho mais o que escrever
Pois, meu tempo só me traz desenganos
Nunca pensei, após tantos anos,
Que de saudade fosse viver.


Saudade do que não foi
Do que a musa outrora cantava
Lá bem no fundo eu desenhava
Um paraíso, um carro de boi
Que transportava meus sonhos
Pois, sem dormir eu sonhava.


Ah, poesia... minha companheira
Não sei se a pena tá cansada,
Sem tinta ou mais pesada
Pois, não é mais como foi a primeira!


HORA, F. J. Poemas e Canções. 11/02/2013. Todos os direitos reservados.



quarta-feira, 31 de julho de 2013

FÁBRICA DE AMOR, de F. J. Hora

FÁBRICA DE AMOR [1]

 

 

Quando dois corações se unem...

O máximo nível dessa união

É o amor entre os dois

Como se fossem uma só carne

E é exatamente essa ideia

Tão real que é da vida humana.

O realismo das ideias clássicas

Do amor em realização

Uma tradição essencial e importante

De um sentimento pudico

Da mais alta importância

E nunca o sentimento lúdico

Até que os sábios confirmem

Não é o sentido da razão

E sim o quanto significa.

 

Um lugar no espaço terrestre

O necessário motor da humanidade

Que move um sistema hereditário

Uma espécie individual e unida

Conjuntiva e definitiva.

O padrão da vida com amor

Simbolicamente nas diferenças

Não social, mas humana

Mas, em semelhança para a companhia

Que foi feita para a sensação

E atrações destinadas a um fator

Totalmente físico humano.

Um mistério onde

A essência é singular a todos

Mas, a composição é plural.

 

Talvez essa composição

Seja só para o funcionamento

Dessa posição da fábrica

O seu potencial amoroso.

E quem não ama?

Não sentes amor?

Buscamos a solução

E vamos parar na fábrica

Que produz uma semente

Hereditária e humana

De uma sociedade primária

Composta de poesia

Com traços de arte amorosa

É como tal, dizer que é ciência,

Um estudo de grande valor.

 

Com a interligação de opiniões

A vida dá lugar ao momento

Que torna o mundo grande

O sentimento da emoção

Do respeito de poder sonhar.

O carinho é um ingrediente,

Composto por carícia

Boa postura como produtora,

Quanto mais amor

Mais produtos do amor

Num sentimento de alegria

No paraíso a luz da lua

Esta máquina da vida futura

Que no mundo atua

Não está mais tão pura.



[1]  Mais uma vez o título sugere um dos equívocos ou ilusões da mente humana. O sexo como sendo fruto do amor ou vice-versa. O termo fábrica de amor se refere à tão famosa frase “vamos fazer amor...”!

Fabricar amor é a definição de um ato sexual. Mas, a definição original é: Amor = natureza intrínseca de Deus. Dessa forma, a manifestação do amor não se resume exclusivamente ao relacionamento marital ou homem com mulher.

 

Autor: F. J. Hora  – Escritor, poeta, romancista e crítico literário. Atualmente cursa Ciência Contábeis pela Universidade Tiradentes (UNIT). Publicou em 2012 o seu primeiro livro Poesia do Novo Tempo pela Editora CBJE, Rio de Janeiro.

terça-feira, 23 de julho de 2013

A SISTEMÁTICA ILUSÃO

 

                                            Por F. J. HORA

 

Constantes momentos por decisões

Que a vida tem teorias

Por não serem tão sábios

Cheios de intelecto e precisão,

Como alguém inútil

Abrangendo um padrão desprezível

Por um nível elevado de sabedoria

Como a razão filosófica

Do mundo artístico e social

Descoberto como um tiete

Uma cultura construtiva

Que é como um deus

Pois, as aparências são únicas

Numa realidade operativa

Sem algo mais a descobrir.

 

Este projeto, talvez, único,

Que estabelece ideias negativas

Somente por fatos transparentes

Que ultrapassam os limites da fantasia

Trazendo inúmeros atrasos

Sem a visualização do espaço

É emocional e não racional.

Isso até que é cultural

Mas, não é tão poético

Quanto ao final das palavras

Transformadas em emoção

Por planos de incentivo

À formação de ideias equivocadas

Sem a exatidão científica

Onde a busca filosófica

Não é completa e satisfatória

É falsos contos e histórias.

Como se fosse único

Tornou-se o padrão individual

Que torna o mundo igual,

Movido por um inexato ideal,

O sentimento com a razão,

Tão somente sem solução

É como a arte de estudar

Não só por plena obrigação

Deste mundo sem pensar

No erro da sistemática ilusão[1]



[1]O uso do termo sistemática ilusão é uma crítica aos valores que o fim do século XX impôs na mentalidade humana. Na verdade, o eu-poético quer evidenciar o contraste entre a qualidade de vida pregada pela vida moderna e o estresse resultante dessa experiência.

Entende-se por ilusão todas as manifestações de conformismo inseridas através da mídia na cultura popular.

 

 

Pág. 13 de Poesia do Novo Tempo. Editora CBJE: Rio de Janeiro, 2012.

Autor: Flávio de Jesus Hora – Escritor, poeta, romancista e crítico literário. Atualmente cursa Ciência Contábeis pela Universidade Tiradentes (UNIT). Publicou em 2012 o seu primeiro livro Poesia do Novo Tempo pela Editora CBJE, Rio de Janeiro.

PENSAR É VIVER

 

Pensar é Viver

                        F. J. HORA

Em meados de 2000, foram iniciados os trabalhos com poesias voltadas para a arrumação artística do pensamento.

O que esse tipo de poesia pretende é documentar as reflexões filosóficas sobre temas na busca do significado original ou natureza intrínseca do assunto.

Porém, nesse período a preocupação maior era expor todos os aspectos que o assunto suscita. De forma irônica eram descritos todas as nuances e desdobramentos do tema em evidência.

Temas principais:

Sistemática Ilusão: Conjunto de ações e reações de conformismo de natureza errônea (equívocos) ou as ilusões que temos;

Fábrica de Amor: Alusão à cópula carnal;

Fascinação: As paixões humanas, inclusive as idolatrias como dinheiro e celebridades;

Sonho de Amor: Idealização do ato sexual;

Sensações Amorosas: Alusão ao prazer sexual;

Solidão: Estado de espírito do eu-poético;

Um Sonhador: Confissões do poeta sobre o seu tempo.

O poema a seguir resume de forma simples o ideal da arrumação artística do pensamento.

 

Pág. 11 de Poesia do Novo Tempo. Editora CBJE: Rio de Janeiro, 2012.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

POESIA DO NOVO TEMPO: A obra que inaugura o NOVO TEMPO na literatura brasileira

Em fim, a espera acabou. Após 4 publicações consecutivas nas Antologias da CBJE, acaba de sair do forno a obra que irá elevar Japaratuba no cenário literário nacional. A data do lançamento ainda não está prevista, mas os exemplares já podem ser solicitados ou adquiridos. Acesse: Flávio Hora e entre em contato através de um dos nossos canais de contato.


Introdução

A Poesia do Novo Tempo, obras no estilo Pensadorismo/Originalismo inaugurado em 2004, com o surgimento de Sílvio Locato como entidade poética.
Não há como negar que tudo o que foi produzido nestes últimos seis anos sofreram modificações ao longo dos anos. Uma adequação ideológica nos moldes da nova proposta literária.
O pensamento Originalista nasce da necessidade de resgatar o que de original existe em cada escola literária desde a Antiguidade Clássica.
Uma das características principais é o retorno ao Renascimento em busca da qualidade intelectual da literatura camoniana.
Na poesia, o Originalismo conta com uma nova corrente de elaboração que é o Pensadorismo ou arrumação artística do pensamento ou opinião, conceito.
Geralmente são poemas de oitavas, mas podem assumir formas não fixas. O que vai importar é o teor analítico do conceito de cada coisa ou uma exposição de cada tema.
O Originalismo também prega o amor verdadeiro e único, essencial, crônicas de costumes, documentação da realidade, a paixão carnal e erótica, a juventude atual, os ritmos modernos em criticas pesadas.
O uso de Sonetos, cartas e o processo de heteronímia na criação de musas e planejamento de personalidade dos personagens através do mapa astral, além de romances com mais de um narrador.
O pensamento Originalista busca a raiz, a origem, o que tem de mais rico na arte.